CQPV

Seguradoras miram associados de socorro mutuo

Que as Associações de Proteção Veicular não são seguradoras a população já sabe a algum tempo, mas parece que agora as seguradoras querem enquadra-las como tal e causarem dor de cabeça a um segmento que hoje ampara 5% da frota nacional. O curioso é que esse modelo ganhou força no Brasil justamente porque as seguradoras se recusavam a fazer seguros para as classes mais baixas e estabeleciam altos valores o que tornava o seguro inviável, mas de uma hora para outra, essas pessoas antes desprezadas passaram a ser o público-alvo, o que será que aconteceu?

Não é segredo para ninguém que o seguro sempre foi caro e por isso nunca caiu no gosto do brasileiro, tanto que, mais de meio século depois da criação da SUSEP menos de 20% da frota de veículos realmente possuem seguro, porem nas últimas duas décadas o socorro mutuo ganhou força entre os proprietários de carros que começaram a se organizar para ratear entre si os seus prejuízos, o mais interessante é que mesmo com a perseguição da SUSEP, das seguradoras, dos bancos, da mídia e de alguns deputados que tem suas campanhas financiadas pelos bancos a proteção veicular é a forma encontrada por 1 a cada 20 brasileiros que querem mais tranquilidade e conforto.

É importante ressaltar que, as entidades que possuem programa de socorro mútuo de fato não são seguradoras, que elas não fazem concorrência para as seguradoras e que tão pouco querem ocupar o lugar delas. De fato, as entidades mutualistas não são fiscalizadas pela SUSEP, a final a SUSEP cuida do mercado de seguros e não do segmento de proteção veicular, quem fiscaliza as associações são os próprios associados e o Ministério Público.

Em momento algum estamos dizendo que não existem seguradoras piratas ou que a SUSEP e os bancos não deveriam combate-las, muito pelo contrário, esse papel também é do CQPV como centro de qualificação, porém, o que jamais aceitaremos é que um segmento que leva conforto e tranquilidade a quase 3 milhões de brasileiros seja afetado pela desinformação.

Preencha os campos

Anexe aqui o seu currículo em um dos formatos: pdf, jpg, png ou doc. Tamanho máximo 5mb.