Mercado de seguro afirma que terá ação coordenada contra as associações de proteção veicular

Em matéria publicada pela CQCS, revela mais uma vez a união de entidades de seguro contra o mercado de proteção veicular. O debate foi mediado pelo deputado federal Lucas Vergilio no 1º Congresso Regional Centro-Oeste e Minas dos Corretores de Seguros (Congrecor).

Segundo Lucas Vergilio, haverá uma ação coordenada envolvendo, a princípio, a Fenacor e os Sincors representados no Congrecor para levar as denúncias dos corretores de seus respectivos estados para as autoridades competentes, como Polícia Federal, Ministério Público, Receita Federal, Procon e os governadores. “Declaramos guerra ao mercado marginal. Vocês, corretores de seguros, são os soldados. Façam as denúncias contra quem age contra o mercado regulado e legalizado”, disse Vergilio.

 

Ou seja, declararam abertamente, mais uma vez, guerra a uma grande parte do mercado consumidor que não são aceitos pelo mercado de seguro e ficam a margem de proteger seus patrimônios. Vale lembrar que, estima-se hoje que há 57 milhões de veículos não aceitos pelas empresas de seguro por diversas razões – automóvel velho, local de moradia, cliente com nome negativado, etc. A pergunta é: para onde vão essas pessoas? O mercado de seguro vão acolhe-las?

Em meio a um seguimento que limita seu público, a existência da atividade de Proteção Veicular no Brasil é possível graças a enorme carência causada pelas próprias empresas de seguros, que somente protegem o patrimônio praticamente livre de risco. Toda essa mobilização de mais uma tentativa de desmoralizar uma prática usual desde os primórdios, e que só faz crescer em todo o mundo, é burra e contraditória. Até onde vai essa briga por um mercado que há lugar para todas as práticas pois a sociedade sempre sairá ganhando?

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