Corretores criavam empresas de fachada para dar golpe

Segundo matéria publicada na Gazeta Online o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Espírito Santo (MPES) investiga um esquema de fraudes a contratos de plano de saúde que atingiu centenas de usuários no Estado, sobretudo idosos, alguns dos quais ficaram até sem assistência médica quando precisaram.

As investigações  – que receberam o nome de “Operação Corretagem” – indicam que quatro corretores no Estado e outros dois no Rio de Janeiro comercializavam planos de saúde empresariais como se fossem individuais.

Eles criaram empresas de fachada na área da construção civil, como estratégia para estabelecer um suposto vínculo empregatício com os usuários do plano, sem que eles soubessem.

Fonte: Jornal Gazeta via CQCS / Foto: GRAECO

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